
Ontem foi um dia daqueles que eu adoro. Depois de dias stressantes voltei para casa dos pais para gozar umas merecidas férias. Domingo, dia de descanso e foi o que fiz. Depois do almoço sentei-me no sofá e deixei-me dormir durante quase três horas. Não sei desde quando não me dava a este luxo, mas chegando a casa dos pais sabe mesmpo bem. Cada vez que venho gosto de dormir muitas sestas.
Pois que à hora do jantar fomos a casa de uns amigos. Os meus pais já lá estavam e eu e o meu irmão fomos depois. Ainda não tinhamos acabado de jantar quando reparámos no nevão que estava a cair. Já estava tudo branquinho e os flocos não paravam de cair. Para quem não está habituado parece uma coisa fantástica mas o certo é que me perguntei logo como é que ia sair dali. Não foi nada fácil. Lá tivemos que fazer meia dúzia de quilómetros a 20Km/h a travar o mínimos possível. Mas a verdadeira aventura foi chegar com o carro mesmo a casa. Ter que descer uma rua bantante íngreme e com uma curva bastante acentuada não é tarefa muito difícil em dias normais, mas em dias de neve é uma caos. O carro começou a fugir-me, eu a pensar:"onde é que eu me fui meter". Bem o que vale é que nesta altura há sempre pessoas dispostas a ajudar e que, com muita calma e boa disposição, lá foram dando indicações para imobilizar a viatura. Resumindo: ficou estacionado em frente a uma garagem, com o triêngulo atrás e o nº de telemóvel no tablier e viemos para casa a pé. Continuava a nevar, estava um frio que não se podia, as ruas cheias de neve à espera de nos ver cair e um caos espalhado na cidade com inumeros pedidos de ajuda. Tudo acabou em bem. Entretanto começou a chover, a neve derreteu na maioria dos sítios e o meu bólide já regressou à porta de casa.
Pois que à hora do jantar fomos a casa de uns amigos. Os meus pais já lá estavam e eu e o meu irmão fomos depois. Ainda não tinhamos acabado de jantar quando reparámos no nevão que estava a cair. Já estava tudo branquinho e os flocos não paravam de cair. Para quem não está habituado parece uma coisa fantástica mas o certo é que me perguntei logo como é que ia sair dali. Não foi nada fácil. Lá tivemos que fazer meia dúzia de quilómetros a 20Km/h a travar o mínimos possível. Mas a verdadeira aventura foi chegar com o carro mesmo a casa. Ter que descer uma rua bantante íngreme e com uma curva bastante acentuada não é tarefa muito difícil em dias normais, mas em dias de neve é uma caos. O carro começou a fugir-me, eu a pensar:"onde é que eu me fui meter". Bem o que vale é que nesta altura há sempre pessoas dispostas a ajudar e que, com muita calma e boa disposição, lá foram dando indicações para imobilizar a viatura. Resumindo: ficou estacionado em frente a uma garagem, com o triêngulo atrás e o nº de telemóvel no tablier e viemos para casa a pé. Continuava a nevar, estava um frio que não se podia, as ruas cheias de neve à espera de nos ver cair e um caos espalhado na cidade com inumeros pedidos de ajuda. Tudo acabou em bem. Entretanto começou a chover, a neve derreteu na maioria dos sítios e o meu bólide já regressou à porta de casa.




